O choro do comandante

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No 24º ponto depois de conquistar os dois primeiros sets com a seleção brasileira feminina de vôlei, o técnico José Roberto Guimarães, parado em pé ao lado da quadra enquanto suas discípulas tentavam fechar o jogo, chorou. Dois pontos seguiram-se para a República Dominicana, a adversária do outro lado da rede, como se a despedida daquela que foi certamente uma das maiores atletas brasileiras no esporte pudesse ser um pouco mais prolongada. Mas, sob os prantos do comandante, Fofão empurrou para o alto sua última bola com a tradicional camisa amarela da seleção até que bola fosse parar no chão da quadra adversária.

 

O Brasil conquistou o Final Four, um pequeno torneio em comemoração à conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim. Passou sem dificuldade por Argentina, Cuba e pelas dominicanas. Mais um troféu para a estante? Pouco importa. Sobram, agora, as lembranças de uma atleta que, como poucos, durante sua vida reuniu todas as palavras clichês atribuídas aos grandes vencedores esportivos.

 

Vai deixar saudade.

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